Regressámos com a luz do poente; as nuvens rubras e cor de âmbar entornavam os seus derradeiros matizes sobre o Funchal, doirando o mar na baía. Nasceu a Lua antes que deixássemos a estrada costeiro; e que bela parecia reflectir nas águas cintilantes a sua claridade branca e suave! (...) a Lua na Madeira (...) quando sobe, dá uma luz alvacenta, mas quando está em todo o seu fulgor, em vez dos frios raios azuis do luar britânico a claridade é perfeitamente amarela e tão brilhante ...
Isabella de França, 1853, p. 151

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