foto enviada por Arantza Uriarte
As cicatrizes da ilha são iguais às minhas
supuram do silêncio de um vulcão
os veios que me tingem
nos teus filões se missagam
há um olhar basáltico
em cada onda que não regressa
e cujas saudades me fazem falta
precisas do destino do teu mapa?
de Cláudia Faria

Recebi isto, de Valência, junto com a fotografia acima e vou partilhar: "também levo a ilha no meu coração, como a ilha me embala no seu coração".
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